As nuvens que vejo da minha janela são brancas e se desmancham com o vento. São transcendentes e permitem que a luz passe. Se desmancham, se juntam, formam novas nuvens e voltam a virar água. As nuvens que vejo são a última esperança de chuva em um céu azul piscina de um dia quente. Formam figuras desconhecidas, remetem a movimentos, danças, coreografias desengonçadas que não fazem nenhum sentido a quem as vê, mas que me fazem pensar em música calma pra lhes guiar. As nuvens que vejo no céu… se abaixo minha cabeça quando volto meu olhar pra elas já não estão mais lá. As nuvens que agora vejo, já não são mais nuvens, são apenas céu. Azul. Piscina.
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